Rotel traz de volta série Michi com novos integrados de alta potência

Comercializada pela última vez na década de 1990, a série Michi de áudio high-end da Rotel retorna ao mercado, após desenvolvimento de três anos e um novo setor de produção totalmente dedicado dentro de sua fábrica. São amplificadores de alta potência e prés “construídos à mão”, segundo o fabricante, seguindo o “conceito de design equilibrado”, já tradicional desta marca japonesa com quase 60 anos de história.

Cada aspecto da amplificação, diz a empresa, foi projetado com componentes selecionados manualmente, em rigorosas sessões de audição e testes de bancada. Além de quatro capacitores de armazenamento em massa, os aparelhos empregam transformadores toroidais feitos pela própria Rotel, superdimensionados em tensão e corrente e montados em caixas preenchidas com epóxi, para evitar ruído e vibração.

Foto interna do amplificador integrado X5

Tudo projetado para suportar dezenas de transistores de saída de alta corrente e garantir reserva de energia limpa, sem distorções, que cada circuito digital e analógico requer para melhor desempenho. Diversificando a linha Michi – que já conta com o amplificador estéreo S5, o pré P5 e o monobloco M8 lançados no início do ano –, a empresa acaba de anunciar dois amplificadores integrados.

O modelo X5 libera potência de 350W por canal a 8 ohms (600Wx2 a 4 ohms) acionada por duplos transformadores, enquanto o modelo X3 oferece 200Wx2 a 8 ohms (350Wx2 @4Ω), com um toroidal; ambos especificados com distorção harmônica total inferior a 0.009%. Possuem equalizador gráfico de 12 bandas e DACs de 768kHz e 32-bit (AKM Premium), para conexões digitais, USB – com suporte à codificação DSD – e Bluetooth aptX.

Amplificador integrado X3

Distribuídos no Brasil pela Som Maior, esses integrados Classe AB trazem entradas analógicas XLR e RCA, incluindo para toca-discos Moving Magnet, saída para subwoofer, terminais de caixas banhados a ródio e RJ-45 (atualização e controle via automação). Com peso de 43,8kg, o X5 também decodifica arquivos MQA, formato adotado pelo serviço de streaming Tidal para áudio de alta definição, e conta com estágio pré de Phono Moving Coil.

FONTES: revista HOME THEATER & CASA DIGITAL, Rotel, Som Maior

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