Receiver: quanto mais canais, melhor!

Muitas pessoas perguntam se vale a pena investir num receiver de 9.2, 11.2 ou até 13.2 canais de amplificação. A resposta é que os produtores de filmes buscam maneiras de tornar mais surpreendentes e realistas as trilhas sonoras. Daí surgiu o processamento Dolby Atmos, em que os sons circulam pela sala dentro de um campo tridimensional.

Nesse conceito, quanto mais canais melhor. O padrão DTS:X é semelhante, porém mais flexível quanto ao posicionamento das caixas. Com os canais de altura (HEIGHT), pode-se acrescentar a dimensão vertical, através de caixas de teto ou caixas especiais com falantes voltados para cima, como é o caso do conjunto Focal SibEvo ou Definitive Technologies BP9000 à venda oficialmente no mercado.

Para ampliar a sensação de imersão na trilha sonora do filme, especialmente em ambiente grande, há necessidade de incluir mais caixas acústicas. Mas é possível obter envolvimento equivalente em salas a partir de 20m2, usando receiver de 9.2 canais, para formar uma configuração 5.2.4: 2 frontais, central, 2 surround, 2 subwoofers compactos e 4 caixas de teto.

Vale lembrar ainda que mais canais num receiver abrem novas possibilidades de expandir o som. Os canais verticais, por exemplo, podem ser aproveitados para sonorizar outro ambiente da casa (Zone 2); ou na biamplificação das caixas frontais, ideal para melhorar o desempenho musical. E fique atento: muitos receivers só processam 11.2 ou 13.2 canais quando conectados a um amplificador estéreo, por saídas pré-amplificadas. 

* Para ver a matéria completa, faça o download da versão digital da revista HOME THEATER (edição nº 270).

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