Skip to content
06/02/2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Twitter
  • You Tube
  • Linkedin
HT & Casa Digital

HT & Casa Digital

O mundo digital em sua casa

  • CES
    2026
  • GUIA TVs 4K
  • NOTÍCIAS
  • SUA CASA
  • STREAMING
  • TENDÊNCIAS
  • TESTES
  • VÍDEOS
  • BLOG DO EDITOR
  • HOTSITES
    • HT WORKSHOP
    • SMART HOME
    • DÚVIDAS
    • GUIA DE TVs
    • HT PREMIUM
      • ÁREA DO ASSINANTE
    • GUIA DE EMPRESAS
    • TELAS GIGANTES
    • CES DE LAS VEGAS
      • CES 2025
      • CES 2024
      • CES 2023
      • CES 2022
      • CES2021
      • CES2020
      • CES2019
      • CES 2018
      • CES 2016
      • CES 2015
    • HOME THEATER 25 ANOS
    • HOME THEATER BEST
    • TVs OLED
    • FONES DE OUVIDO
  • REVISTA
  • SOBRE
    • ANUNCIE
      • ANUNCIE NA HT


  • TENDÊNCIAS

Emissoras vêem barreiras para adotar o padrão UHD

23/10/2015

Por Robert Archer*Enquanto fabricantes e entusiastas se animam com a tecnologia Ultra-HD, e provedores como Netflix e Amazon aumentam (ainda que de forma limitada) a oferta de conteúdos com essa resolução, o setor de televisão tem desafios mais complicados a enfrentar.

Com certeza, não apenas 4K mas também HDR (High Dynamic Range) e gama de cores expandida (ITU-R BT.2020) são prioridades; no entanto, como se sabe, a rede japonesa NHK já está demonstrando aplicações 8K, muito mais avançadas.

Recentemente, o blog da SMPTE (Society of Motion Picture and Television Engineers) publicou declarações de Andy Quested, diretor de HD e UHD para a BBC de Londres, que merecem ser analisadas. Segundo ele, a comunidade de televisão como um todo ainda terá de discutir muitos aspectos da tecnologia 4K antes que as transmissões desse tipo se tornem realidade.

Uma de suas justificativas é que, embora o mercado de consumo já esteja maduro com os TVs UHD; os fabricantes de câmeras 4K estejam aperfeiçoando consideravelmente seus produtos; e os provedores de internet criando mais oportunidades na distribuição de conteúdos por IP; ainda assim, nota-se a falta de serviços em UHD. E somente quando toda a cadeia estiver atendida é que essa inovação chamada 4K poderá ganhar corpo.

“É um grande risco investir hoje em 4K”, diz o executivo da BBC. “Por que alguém colocaria tanto dinheiro na produção de conteúdo e nas redes de distribuição, sendo que o benefício percebido pelo usuário é apenas um pouco melhor”? Baseado nas tendências atuais de mercado, Quested acha que a maior ênfase será dada na distribuição via streaming, e não por TV, com o surgimento de receptores do tipo set-top box compatíveis com os novos televisores. Com o tempo, diz ele, isso acabará ajudando a criar um ecosistema de TV 4K.

De acordo com a SMPTE, o primeiro passo nessa direção é a recomendação BT.2020 UHD-1 (2.160 pixels), da ITU (sigla em inglês da União Internacional de Telecomunicações), que dita as normas nessa área. A segunda fase seria um plano para implantação do padrão Super Hi-Vision, também chamado UHD-2 ou 8K (4.320 pixels). Mas Quested tem dúvidas: “Nem sabemos se algum dia haverá transmissões em 8K… as emissoras japonesas e coreanas não têm certeza disso.”

Ele admite que a Olimpíada de 2020, em Tóquio, pode ser uma exceção, já que a NHK planeja transmitir o evento em 8K. “Mas esse é apenas um evento, o que é muito diferente de se ter uma programação inteira nesse padrão”, explica Quested. “Não acredito que os japoneses decidam isso até a época dos Jogos. O tempo é curto, e eles ainda terão que montar toda a infraestrutura. Nesse meio-tempo, as experiências continuam.”

Outra questão que as emissoras de todo o planeta terão que analisar refere-se ao financiamento da nova tecnologia. Se os consumidores têm condições de decidir já sobre a compra ou não de um TV 4K, para os grupos de mídia o processo é bem mais complexo. “Há um certo esgotamento, que exigirá decisões envolvendo a própria natureza do negócio”, analisa.

Especulando sobre o futuro, Quested acha que teremos uma combinação de métodos diferentes de entrega de conteúdo, tendo sempre como base o acesso mais amplo possível. “Será que o consumidor ficará preocupado de onde está vindo seu conteúdo?”, pergunta ele. “O importante é que a imagem seja boa, e nesse ponto temos grandes perspectivas. Mas as emissoras precisarão conquistar a atenção das pessoas, seja sentadas no sofá ou usando um aparelho portátil. E o público não aceita nada que seja complicado.”

*Artigo publicado originalmente no site CE Pro. Clique aquipara ler o original na íntegra.




Continue Reading

Próxima: A importância de saber controlar os graves

LEIA TAMBÉM

Copa 2026: quais as melhores TVs para assistir futebol

Copa 2026: quais as melhores TVs para assistir futebol

Copa 2026: quais as melhores TVs para assistir futebol

Copa 2026: quais as melhores TVs para assistir futebol

Nova caixa amplificada Focal faz streaming de música sem fio

Nova caixa amplificada Focal faz streaming de música sem fio

Publicidade

Home Theater no YOU TUBE

MAIS VISITADOS

  • Novo sistema Dolby para home theater chega em caixas acústicas LG

  • Estes foram os produtos mais premiados da CES 2026

  • TV sem fio, PC de bolso, chips de IA, peças de Lego smart: imagens que marcaram a CES

  • TV TCL com brilho de 10.000 nits já está à venda no Exterior

  • Confira os eventos de tecnologia programados para 2026

  • Nova TV MiniLED Hisense de 116” vai além das cores RGB

HOME THEATER BEST 2025

Leitura obrigatória para os profissionais: as tendências em projetos de áudio, vídeo, casa inteligente e design de ambientes.


  • Facebook
  • Instagram
  • Twitter
  • You Tube
  • Linkedin
Copyright © 2025 HOME THEATER & CASA DIGITAL