JBL mostra caixas high-end de teto e volta com um clássico

Por ORLANDO BARROZO, enviado especial

Não há muitas novidades em áudio nesta CES 2019. Os poucos fabricantes do segmento high-end que vieram para a Feira se concentram em suítes do Hotel Venetian, bem longe dos concorridos pavilhões do Las Vegas Convention Center. Ali, em salas fechadas, é possível admirar soluções que fogem ao lugar comum do streaming feito para consumo rápido.

Mas há exceções. A JBL Synthesis, da divisão de áudio high-end do grupo Harman, decidiu mostrar que é possível atingir altos níveis de sofisticação em áudio baseado apenas um receiver. A partir de um modelo Lexicon (marca do mesmo grupo), foi montado um home theater Dolby Atmos que está enchendo os olhos – e os ouvidos – dos visitantes.

Para a demo, o receiver Lexicon RV-9 conta com o reforço de dois amplificadores DD-8, da mesma marca. Técnicos da Harman providenciaram ajustes avançados, diz Garrett, incluindo dispersão hemisférica, guias de onda e equalização Dirac, esta uma das principais tendências atuais. As caixas acústicas são as SCL, da JBL Synthesis, todas de embutir. Com quatro caixas de teto e dois subwoofers de parede, a sala treme várias vezes e ninguém se sente desconfortável. Ao contrário, é uma boa maneira de fugir da barulheira reinante em Las Vegas.

Mas a empresa – representada no Brasil pela distribuidora AV Group – decidiu ir além para atender à paixão dos audiófilos. Está relançando a clássica caixa L100 (foto), que fez sucesso nos anos 1970, com design atualizado (elegante madeira folheada e grelhas em várias cores. A ideia é mostrar às novas gerações que bons produtos, mesmo após 50 anos, podem ser melhorados.

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